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Pró-Sangue comemora Dia Mundial do Doador de Sangue

Data foi instituída pela OMS.

No dia 14 de junho é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue. Instituída pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2004, a data tem por objetivo não só aumentar a conscientização sobre a oferta de sangue seguro, mas sobretudo agradecer os doadores de sangue pelo seu gesto que salva vidas.

Nesse ano, o Dia Mundial do Doador de Sangue 2018 será celebrado com um evento em Atenas, na Grécia e na Região das Américas, a República Dominicana sediará o evento.

Mas a Pró-Sangue também está celebrando a data. Para tanto, recebe uma série de ações ao longo do mês de junho, a exemplo do Junho Vermelho, do Bombeiro Sangue Bom, da campanha do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, das parcerias de divulgação estabelecidas com o Metrô, Facebook (ferramenta de doação), ARTESP, JCDecaux (relógios de rua) e do Movimento Eu Dou Sangue, além de diversos veículos de comunicação.

Em 2018 a celebração da data vem acompanhada de uma grande campanha internacional da OMS que traz o seguinte tema: “Doe Sangue. Compartilhe Vida”. A ideia é trazer um agradecimento aos doadores de sangue e realçar a profunda conexão que há entre essas especiais pessoas e os pacientes que precisam de transfusão.

Segundo dados da organização, a cada ano mais de 92 milhões de bolsas de sangue são coletadas no mundo, sendo que o Brasil registra mais de 3,5 milhões de doações por ano, respondendo por quase 4% do montante planetário.

A OMS tem como grande compromisso a melhoria da segurança do sangue global. Uma das resoluções estabelecidas na Assembleia Mundial da Saúde em 1975 é que as doações sejam voluntárias e não remuneradas até 2020. De acordo com o organismo internacional, os doadores de sangue que oferecem menos riscos são aqueles que se enquadram dentro desse perfil.

A Fundação Pró-Sangue está atenta a todas essas questões. Zelosa em garantir a qualidade das bolsas, realiza uma triagem rigorosa dos candidatos, em alinhamento às normas nacionais e internacionais de segurança do sangue do Ministério da Saúde, da Associação Americana e do Conselho Europeu de Bancos de Sangue.

No Brasil, a doação de sangue não pode ser remunerada em hipótese alguma. De acordo com a legislação que rege os procedimentos hemoterápicos em nosso território, tal gesto deve estar destituído de qualquer espécie de benefício.